Tudo sobre Blood of Dawnwalker, o novo jogo com devs de The Witcher 3
Trazendo vampiros e temática medieval, o jogo do estúdio Rebel Wolves chega no começo de setembro
The Blood of Dawnwalker é o novo RPG de ação da Rebel Wolves, estúdio formado por veteranos que trabalharam em grandes projetos da CD Projekt Red, incluindo nomes ligados ao desenvolvimento de The Witcher 3. A aventura aposta em uma fantasia sombria ambientada na Europa do século XIV, onde vampiros deixaram de ser apenas lendas e passaram a controlar boa parte da população.
No papel de Coen, o jogador terá uma situação no mínimo complicada: durante o dia, ele ainda é humano; à noite, assume seus poderes de vampiro. Entre espadas, magia, garras e uma família com prazo de validade, The Blood of Dawnwalker promete colocar escolhas e administração do tempo no centro de sua experiência.
E, aparentemente, não será possível salvar todo mundo — porque RPG também gosta de testar nosso emocional. A seguir, confira tudo que você precisa saber sobre o novo título, que chega em setembro.
O que é The Blood of Dawnwalker?
The Blood of Dawnwalker é um RPG de ação em mundo aberto com elementos de fantasia sombria, desenvolvido pela Rebel Wolves e publicado pela Bandai Namco Entertainment. O jogo se passa na Europa do século XIV, em uma realidade alternativa na qual a peste bubônica ajudou a criar o cenário perfeito para que criaturas sobrenaturais saíssem das sombras.
A aventura acontece principalmente no Vale Sangora, uma região composta por florestas, planícies, pântanos, montanhas e povoados medievais. O mundo também esconde ruínas, vestígios de civilizações antigas e segredos que podem mudar a forma como o jogador entende a história.
Quem é Coen, o protagonista?
Coen é um jovem que vive com sua família na pequena vila de Laslea. A vida já não estava exatamente fácil por causa da peste e das dificuldades da época, mas a situação fica ainda pior quando os vampiros, conhecidos como vrakhiri, passam a dominar a região.
Durante uma série de acontecimentos envolvendo sua família e os governantes vampiros do Vale Sangora, Coen é transformado em um Dawnwalker, uma espécie de ser que existe entre a humanidade e o vampirismo. A diferença é que ele não se transforma em uma criatura completamente vulnerável à luz do dia.
A condição de Coen se torna justamente o coração da história. Ele pode utilizar suas habilidades sobrenaturais sem abrir mão completamente de sua humanidade, criando um conflito entre seus sentimentos, seus poderes e a necessidade de salvar as pessoas que ama.
A história de Blood of Dawnwalker envolve vampiros e uma corrida contra o tempo
Os vrakhiri controlam o Vale Sangora e mantêm os habitantes da região sob seu domínio. Entre eles está Knyaz Brencis, um dos principais antagonistas da aventura, que transforma Coen em uma ferramenta para atingir sua própria família e consolidar ainda mais seu poder.
Depois de ser transformado, Coen descobre que seus familiares estão presos e que serão sacrificados na cerimônia de coroação de Brencis. O protagonista, então, recebe uma missão que parece simples apenas no papel: salvar sua família antes que seja tarde demais.
O problema é que o jogo coloca um relógio correndo sobre a cabeça do protagonista. Coen terá 30 dias e 30 noites para agir. Cada missão importante pode consumir partes desse tempo, obrigando o jogador a decidir o que realmente merece sua atenção.
O tempo é um dos principais elementos do gameplay
Uma das ideias mais interessantes de The Blood of Dawnwalker é transformar o tempo em um recurso de gameplay. O jogador não poderá simplesmente fazer todas as missões disponíveis antes de avançar a história, já que determinadas ações fazem o relógio andar.
Durante a exploração, entretanto, o tempo não passa automaticamente. Isso permite investigar o ambiente, conversar com personagens e analisar possibilidades antes de decidir qual atividade realmente vale a pena iniciar.
Na prática, isso cria uma espécie de dilema constante. Você pode ajudar alguém da vila, procurar informações sobre os vampiros, aprimorar suas habilidades ou seguir diretamente em busca de um objetivo principal. Só que, ao escolher uma coisa, outras oportunidades podem desaparecer.
Não será possível fazer tudo em uma única campanha
A Rebel Wolves pretende fazer com que as escolhas tenham consequências reais na narrativa. Algumas missões podem ficar indisponíveis dependendo das decisões tomadas, enquanto personagens e acontecimentos podem assumir caminhos diferentes.
O jogador poderá, por exemplo, dedicar seu tempo à família, participar da resistência contra os vampiros ou simplesmente seguir seus próprios interesses pelo Vale Sangora. Também será possível formar alianças e decidir quais personagens merecem confiança.
Isso significa que The Blood of Dawnwalker não parece querer ser aquele RPG em que o mapa fica completamente limpo antes do último chefe. Aqui, deixar uma missão para trás faz parte da experiência — e provavelmente vai gerar aquele clássico pensamento de “e se eu tivesse ido lá primeiro?”.
Humano de dia, vampiro à noite
A transformação de Coen não é apenas um elemento narrativo. O ciclo entre dia e noite interfere diretamente na forma como o jogador enfrenta os desafios.
Durante o período em que está mais próximo de sua forma humana, Coen pode utilizar espada, magia e outras habilidades tradicionais de combate. Já como vampiro, ele ganha acesso a poderes sobrenaturais capazes de alterar completamente sua abordagem.
Cada forma possui vantagens e fraquezas próprias. Isso significa que escolher quando utilizar determinada habilidade e como enfrentar um inimigo pode ser tão importante quanto simplesmente apertar o botão de ataque.
Como funciona o combate de Blood of Dawnwalker?
O combate combina elementos de RPG de ação com diferentes estilos de luta. Coen pode utilizar armas, magia e habilidades sobrenaturais, permitindo que cada jogador adapte sua estratégia ao próprio estilo.
Na forma vampírica, o protagonista consegue usar poderes relacionados à sua natureza sobrenatural, incluindo habilidades que permitem desafiar a gravidade e explorar a força da própria natureza. Já como humano, o foco pode estar mais próximo do uso de espada e magia.
O jogo também pretende oferecer diferentes maneiras de lidar com os inimigos. Dependendo da situação, partir para o confronto direto pode ser a melhor opção, mas preparar cuidadosamente uma abordagem antes de agir também pode fazer diferença.
Um mundo aberto para explorar
O Vale Sangora funciona como o grande palco da aventura. O mundo aberto inclui áreas bastante diferentes entre si, passando por florestas, planícies, pântanos, montanhas e assentamentos medievais.
Além das missões principais, os jogadores poderão encontrar ruínas esquecidas, vestígios de civilizações antigas e outros mistérios espalhados pelo mapa. A exploração, portanto, não serve apenas para encontrar novos inimigos ou coletar itens.
O objetivo é fazer com que o próprio mundo ajude a contar a história. Dependendo de onde Coen estiver e do que decidir investigar, novas informações podem surgir sobre a região, os vampiros e os acontecimentos que transformaram aquele lugar.
As escolhas do jogador mudam a história
A narrativa de The Blood of Dawnwalker foi construída para permitir diferentes caminhos. O jogador pode tentar salvar sua família, buscar vingança contra os responsáveis por sua transformação ou simplesmente se afastar do conflito para seguir seus próprios objetivos.
As escolhas também podem afetar os personagens encontrados durante a aventura. Algumas pessoas podem se tornar aliadas, enquanto outras podem ser abandonadas pelo caminho ou até mesmo acabar como inimigas.
A ideia é que cada campanha conte uma história própria. Não existe necessariamente uma sequência perfeita de missões que todos os jogadores deverão seguir, e parte da graça está justamente em descobrir quais consequências surgem das decisões tomadas.
Quem são os inimigos de Blood of Dawnwalker?
Os principais adversários são os vrakhiri, vampiros que assumiram o controle do Vale Sangora e transformaram os habitantes da região em uma espécie de fonte de sustento para seus governantes.
Brencis ocupa uma posição central entre esses antagonistas e é responsável por boa parte dos acontecimentos que colocam Coen contra os vampiros. Além dos vrakhiri, o mundo também apresenta outras criaturas e guerreiros que tornam a exploração do vale bastante perigosa.
A classificação indicativa do jogo é para maiores de 18 anos e inclui violência extrema, nudez, conteúdo sexual e apostas ou jogos de azar. A própria descrição dos desenvolvedores também alerta para violência frequente ou gore.
Blood of Dawnwalker tem conexão com The Witcher 3?
A ligação mais importante está na equipe responsável pelo projeto. A Rebel Wolves foi fundada por veteranos da CD Projekt Red, incluindo Konrad Tomaszkiewicz, que dirigiu The Witcher 3, e outros profissionais envolvidos em jogos da franquia.
Apesar disso, The Blood of Dawnwalker não é um novo The Witcher. Trata-se de uma propriedade intelectual completamente nova, criada como o primeiro capítulo de uma saga de fantasia sombria.
A comparação existe principalmente pela experiência da equipe com RPGs narrativos, mundos abertos e histórias guiadas pelas escolhas do jogador. Desta vez, porém, em vez de caçar monstros com Geralt, a ideia é descobrir como é viver no lado errado da mordida.
Quando Blood of Dawnwalker será lançado?
The Blood of Dawnwalker está previsto para chegar em setembro de 2026. Há uma pequena diferença nas informações fornecidas pelas lojas: a página do Steam indica 2 de setembro de 2026, enquanto a comunicação oficial do jogo informa 3 de setembro de 2026 para o lançamento.
Por isso, quem pretende jogar no lançamento deve ficar atento à página da plataforma escolhida, especialmente no PC, onde o horário de liberação pode variar conforme a loja e a região.
Em quais plataformas Blood of Dawnwalker estará disponível?
O RPG será lançado para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC. No computador, o jogo estará disponível por meio das plataformas digitais compatíveis com a versão para Windows.
No Steam, The Blood of Dawnwalker terá recursos como conquistas, salvamento na nuvem, compatibilidade total com controle e compartilhamento familiar. A página também indica suporte a controles de Xbox e recomenda o uso de um controle para jogar.
A versão de PC indicada pelo Steam oferece interface e legendas em português do Brasil. O jogo também conta com inglês, francês, italiano e alemão entre os idiomas disponíveis, além de outras opções. A dublagem está disponível em alguns idiomas, mas o português do Brasil aparece listado especificamente para interface e legendas.
Quanto custa Blood of Dawnwalker no Brasil?
Os valores informados para a pré-venda no Brasil colocam a edição padrão na faixa de R$ 303,50, enquanto a Edição Eclipse aparece por R$ 346,90.
Também há registros de preços promocionais mais baixos em revendedores digitais. Os valores indicados chegam a R$ 272,99 para a edição padrão e R$ 311,99 para a Edição Eclipse, com desconto de 10% nas ofertas mencionadas.
Os preços podem mudar até o lançamento, então vale conferir o valor final diretamente na loja escolhida antes da compra.
O que vem na Edição Eclipse?
A Edição Eclipse inclui o jogo completo e alguns conteúdos digitais adicionais. Ela é voltada principalmente para quem quer materiais extras relacionados ao universo de The Blood of Dawnwalker.
Entre os itens incluídos estão:
Jogo completo;
Compêndio Mundial Digital;
Trilha Sonora Digital;
Quadrinho Digital.
Quem fizer a pré-venda também recebe o conjunto de Armadura do Viajante Sangorano como bônus de desbloqueio antecipado. O item poderá ser obtido posteriormente durante o jogo.
Requisitos de Blood of Dawnwalker no PC
Para rodar The Blood of Dawnwalker no PC, será necessário utilizar Windows 10 com DirectX 12, além de um processador e sistema operacional de 64 bits.
Requisitos mínimos
Sistema operacional: Windows 10, DirectX 12
Processador: Intel Core i5-11400F / AMD Ryzen 7 2700X
Memória RAM: 16 GB
Placa de vídeo: NVIDIA GTX 1060 / Radeon RX 580
DirectX: Versão 12
Armazenamento: 60 GB disponíveis
Requisitos recomendados
Sistema operacional: Windows 10, DirectX 12
Processador: Intel Core i7-11700K / AMD Ryzen 7 5700X
Memória RAM: 16 GB
Placa de vídeo: NVIDIA RTX 4060 / Radeon RX 7600 XT / Intel Arc B580
DirectX: Versão 12
Armazenamento: 60 GB disponíveis
E aí, você pretende jogar o novo título da Bandai Namco? Comenta aí!
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